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Hospital Santa Teresa realiza procedimento inédito de retirada de arpão do crânio

Hospital Santa Teresa realiza procedimento inédito de retirada de arpão do crânio

O Hospital Santa Teresa (HST) promoveu hoje, dia 18, uma coletiva de imprensa com os especialistas responsáveis pela retirada de um arpão do crânio de um homem que se feriu acidentalmente na tarde de segunda-feira, dia 15. Bruno Barcellos de Souza Coutinho, de 34 anos, manuseava o objeto quando ele disparou contra a própria face, perfurando o canto do olho esquerdo e atravessando o crânio. Ele foi resgato por uma equipe do Corpo de Bombeiros de Petrópolis e deu entrada no HST lúcido e orientado. O objeto de 30 cm perfurou 15 cm do crânio de Bruno Barcellos, após uma cirurgia de quatro horas, as equipes de Neurocirurgia e Buco-maxilo-facial conseguiram retirar o objeto sem que o paciente sofresse qualquer tipo de dano neurológico.

De acordo com o chefe da neurocirurgia do HST, Orlando Maia, o arpão ficou milímetros de atingir artérias vitais do paciente. O caso foi considerado como uma raridade e o procedimento é inédito no Município de Petrópolis.

“Nós sabemos que no Estado do Rio de Janeiro ocorreram acidentes semelhantes, mas nunca com um arpão de pesca. A nossa equipe já realizou procedimentos de retirada de outros objetos, mas a preocupação do arpão era justamente com a retirada, já que o objeto poderia armar e atingir alguma artéria vital.”, explicou.

Por sorte, o arpão utilizado por Bruno Barcellos estava completamente vedado com uma fita isolante, o que impossibilitou que ele se armasse, assim, os cirurgiões Buco-Maxilo-Facial conseguiram fazer o acesso ao artefato.

“Nós entramos em contato com um familiar que nos trouxe outro arpão vedado, pois nos exames não sabíamos precisar o tipo de fita que estava isolando essas garras. Assim que comprovamos o material optamos por retirar o arpão da mesma maneira que ele entrou, pela frente.”, explicou o chefe Traumatologia Buco-Maxilo-Facial, Edelto Antunes.

No dia seguinte, terça-feira dia 16, a equipe de Oftalmologia do HST fez a segunda etapa da cirurgia em que a grande preocupação era de se manter o órgão (olho esquerdo) do paciente. Os médicos responsáveis, Mônica Araujo e João Roberto Tardin, precisaram reconstruir todo o globo ocular do paciente.

“Ele teve rotura de globo ocular e perda de seu conteúdo. Todavia, durante a cirurgia de reconstrução, foi possível manter o órgão. É um quadro extremamente complexo, com remotas possibilidades de recuperação visual, porém com preservação da anatomia da região.”, explicaram.

Para o neurocirurgião Diogo Freitas, se o paciente mantiver o bom quadro de melhora há a possibilidade de alta médica nos próximos três dias.

“Mesmo estando internado no CTI, o paciente vem apresentando uma melhora constante. Ele continua em observação, pois nesse momento a nossa preocupação é com relação a uma possível infecção, mas caso ele venha manter o quadro, a possibilidade de alta é muito grande para os próximos dias.”, anunciou.

O Diretor Executivo do Hospital Santa Teresa, Vinicius de Oliveira frisou que é uma política do HST a interação das equipes médicas em busca do melhor tratamento dos nossos pacientes. “Nós contamos com equipes multidisciplinares altamente capacitadas a realizar qualquer tipo de intervenção cirúrgica, das mais simples as de alta complexidade. Além de todo um suporte tecnológico foi a interação entre as equipes que culminou no sucesso dessa cirurgia.”, finaliza.




Médicos podem usar receituário comum

Profissionais devem assegurar apenas o preenchimento dos dados e que as receitas sejam feitas sempre em duas vias (carbonadas, fotocopiadas ou impressas)

Os médicos podem prescrever antibióticos em receituários simples, sem a necessidade de adotar o formulário de medicamentos controlados, desde que sejam feitas receitas em duas vias (carbonadas, fotocopiadas ou impressas). O esclarecimento na interpretação da RDC 44 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi dado pelo seu próprio presidente, Dirceu Raposo de Mello, durante uma visita ao Conselho Federal de Medicina (CFM), quando recebeu sugestões de aperfeiçoamento da medida.

No encontro, em 1º de dezembro, os presidentes de conselhos regionais de medicina relataram a dificuldade percebida nos Estados. Raposo concordou com os argumentos apresentados e explicou como a regra deveria ser entendida. De acordo com ele, o que houve foi um erro de interpretação, pois o receituário especial seria apenas um modelo a ser seguido sem ter o caráter de uso obrigatório.

Para o presidente do CFM, Roberto Luiz d'Avila, com essa orientação, fica mais fácil o trabalho do profissional, que nem sempre possui receituários de medicamentos controlados em seu consultório, e, principalmente, a vida do paciente. No entanto, ressaltou Raposo, os médicos continuam obrigados a preencher a receita com os dados exigidos na RDC 44. A norma, em vigor desde 28 de novembro, prevê, entre outros pontos, a retenção da primeira via da prescrição pela farmácia e fixa o prazo de sua validade em 10 dias.

O presidente da A aproveitou sua visita ao CFM para pedir o apoio dos conselhos de medicina na divulgação da medida. Alguns presidentes de CRMs, como os do Amapá - Dorimar dos Santos Barbosa - e do Piauí - Fernando Gomes Correia Lima -,  informaram que conseguiram, em âmbito estadual, um prazo de 30 dias para adaptação aos critérios. Dirceu Raposo enfatizou que as particularidades regionais serão respeitadas.

Portal Médico - 2010




Operadoras de planos terão de justificar por escrito as negativas de cobertura

As operadoras de planos de saúde que negarem autorização aos seus beneficiários para a realização de procedimentos médicos a partir de agora deverão fazer a comunicação por escrito, sempre que o beneficiário solicitar. A informação da negativa deverá ser em linguagem clara, indicando a cláusula contratual ou o dispositivo legal que a justifique. A nova norma, que será publicada nesta quarta-feira (06/03/2013) no Diário Oficial da União, reforça ainda que a cobertura não poderá ser negada em casos de urgência e emergência.

A medida reforça as ações que vêm sendo tomadas em benefício aos usuários de planos de saúde. Cerca de 62 milhões de brasileiros têm cobertura de planos médicos e/ou odontológicos no país. Durante o ano de 2012, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), órgão vinculado ao Ministério da Saúde, recebeu 75.916 reclamações de consumidores de planos de saúde. Destas, 75,7% (57.509) foram referentes a negativas de cobertura.

A resposta por escrito poderá ser dada por correspondência ou por meio eletrônico, conforme escolha do beneficiário do plano, no prazo máximo de 48 horas a partir do pedido. É importante observar que para obter a negativa por escrito o beneficiário deverá fazer a solicitação.

“As operadoras sempre foram obrigadas a informar toda e qualquer negativa de cobertura, pois o beneficiário tem o direito de conhecer o motivo da não autorização ao procedimento solicitado em prazo hábil para que possa tomar outras providências. A partir de agora, ele poderá solicitar que esta negativa também seja dada por escrito. É uma forma de protegê-lo ainda mais”, ressalta o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

NORMATIVO – A medida será publicada pela ANS na Resolução Normativa Nº 319. O objetivo é regulamentar a prestação de informação aos beneficiários, por escrito, acerca da negativa de autorização dos procedimentos solicitados pelo médico assistente. O tema também reflete uma preocupação demonstrada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com o assunto.

“Quando um beneficiário faz uma solicitação para exames, consultas ou cirurgias, a operadora tem prazos máximos para liberar ou negar aquele pedido, dando as pertinentes informações em caso de negativa, que agora também poderão ser solicitadas por escrito”, acrescenta André Longo, diretor-presidente da ANS.

MULTAS PREVISTAS – Se a operadora deixar de informar por escrito os motivos da negativa de cobertura previstos em lei, sempre que solicitado pelo beneficiário, pagará multa de R$ 30 mil. A multa por negativa de cobertura indevida em casos de urgência e emergência é de R$ 100 mil. A norma entra em vigor no dia 7/5/2013, 60 dias após a sua publicação no Diário Oficial da União.

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